O anarkismo revolucionário reconstruindo as organizações livres dos trabalhadores

A solidariedade local pelo internacionalismo proletário!
– A aceitação da máxima da Internacional “a emancipação dos trabalhadores será obra dos próprios trabalhadores”.
– O repúdio na luta contra a burguesia de toda intromissão da política-autoritária.
– a propagação e a difusão da “ação direta” como única tática eficaz que deu resultados positivos na luta operária.

– o apoio ao Sindicato Único como complemento ao trabalho de organização e como poderosa arma de solidariedade entre os proletários.
– o repúdio ao reformismo político-burguês e do regime capitalista por sua injusta e desumana organização econômica baseada na propriedade privada e conseqüentemente na exploração do homem pelo homem.
– Consideração da política, incluindo neste termo a todos os partidos políticos desde os conservadores até os de extrema esquerda, como um dos principais obstáculos ao desenvolvimento da organização operária. Uma vez que seu ponto central reside na ignorância das massas e sua existência depende do regime capitalista, sua finalidade é a de manter e eternizar, seja como for, a organização da sociedade atual que divide a humanidade em ricos e pobres, explorados e exploradores.
OS ANARQUISTAS E AS ORGANIZAÇÕES SINDICAIS EXISTENTES

Seria estúpido acreditar que para estarmos «inseridos socialmente» somos obrigados a atuar nos sindicatos controlados pelos partidos, os patrões e o Estado.
Estes atuam pela conciliação de classes, nós lutamos pela justiça social e queremos acabar com todas as desigualdades sociais e econômicas a que estamos submetidos enquanto trabalhadores.
Nossa luta é pelo sindicalismo revolucionário, denunciamos o sindicalismo de ocasião.
 Partimos do pressuposto que para termos uma atuação consequente no
movimento dos trabalhadores, temos que manter o combate nos locais de
trabalho, de moradia, de estudo e de lazer através das seções sindicais, unindo e avançando com nossos camaradas explorados.
.
Vivemos um novo ciclo da história, o da reconstrução das organizações livres dos trabalhadores e da retomada do anarkismo revolucionário.

No Brasil

– A Confederação Operária Brasileira, e com ela todas as Federações locais, devem difundir os métodos de luta do sindicalismo revolucionário como meio para chegar ao “coletivismo libertário” (municípios livres e federados). O federalismo sindical: ação direta dos trabalhadores, das seções sindicais as assembléias de trabalhadores, são os instrumentos mais eficazes para construir a solidariedade de classe no combate a injustiça, a desigualdade social e ao desequilíbrio ambiental produzidos pelo Sistema Capitalista.

Por um mundo melhor para todos nós.

Ação Direta Sindical na construção do socialismo libertário: sem partido nem patrão!

Sindicato de Artes e Ofícios Vários de Porto Alegre – SINDIVARIOS POA

Movimento de Reconstrução da FORGS/COB/ACAT-AIT

– Federação Operária de Porto Alegre

– Federação Operária do Rio Grande do Sul

– FORGS  forgscob@yahoo.com.br

Associação Continental Americana dos Trabalhadores – ACAT

Associação Internacional dos Trabalhadores – AIT (IWA)

«a emancipação dos trabalhadores será obra dos próprios trabalhadores»



Apoio : Movimento Libertario Brasileiro / Federação Anarkista do Rio Grande do Sul.

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